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Rolos de borracha para indústria Gráfica

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Em um equipamento gráfico, o universo de rolos revestidos de borracha é também tão amplo quanto os tipos de rolamento utilizados em seus eixos e mancai. São rolos utilizados no sistema de puxada do material, outros no sistema de distribuição de tintas, mais rolos mantem o material em tensão e presos uns sobre pressão outros ainda são compensadores por serem mais "moles" e possuírem mais resiliência. Mas na flexo a presença deles é ligada diretamente ao sistema de puxada ( infeed ) da entrada da máquina e distribuição das tintas na forma e cilindros pescadores como chamamos e também no sistema de pressão usados no cold-stamping ou laminação. A "olho nu" todos os rolos de borracha podem parecer todos iguais, se desconsiderarmos as suas cores. Não se iludam, não é bem assim. Cada rolo de borracha possui uma característica e uma composição única e especialmente desenvolvida para que atenda ao trabalho que deve realizar. São inúmeros compostos e durezas que tem fun...

O que é cromia?

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Cromia deriva da palavra cromo que em fotografia era um filme fotográfico positivo colorido. Cromia em impressão é a designação de reprodução gráfica feita pela sobreposição de 4 cores básicas sendo também conhecido como CMYK. O CMYK, que o acrônimo de Cyan, Magenta, Yellow e Black. Onde Cyan é um tipo de azul puro, Magenta um cor que se aproxima de um pink também pura, yellow é o amarelo puro e black é o preto ou negro se preferir. A sobreposição destas cores devidamente posicionadas com auxílio de retículas que permitem a decomposição das imagens de um "cromo" em pontos e assim possibilitando a impressão, resultam na imagem colorida em toda a sua plenitude. Um detalhe importante um cromo possui milhões de cores algo próximo ou até superior a 32bits (32 milhões de cores) e uma imagem impressa do mesmo cromo terá no máximo 5 a 6 mil cores reproduzidas. Tudo isso ocorre por limitações das cores impressas e das retículas se comparado com as imagens criadas a partir das l...

Elemento de fricção ou freio - feltro

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O feltro é sem dúvida o material mais utilizado para elemento de fricção e freio em máquinas de tambor central flexográficas de banda estreita. É barato, possui boa resistência, baixa dissipação de calor e cumpre bem a função de servir como elemento de freio ou de fricção para transmissão ou frenagem de movimento. É utilizado no desbobinador como elemento de frenagem e nos rebobinadores como elemento de fricção ou embreagem como dizem alguns. Mas o que é o felto? Feltro é um tipo de material, parecido com uma manta grossa, muitos a comparam com um tipo de "papel" feito de lã ou pelos de animais. Suas fibras são agregadas por calandragem e os pelos mais utilizados para fabricação de feltro são o do coelho e carneiro e acreditem até o de castor e camelo são utilizados (porém muito mais caros). Os feltros utilizados em elementos de fricção de máquinas flexo possuem entre 10mm a 15mm de espessura e são cortados em formato de discos.

O que é a bucha de Bronze?

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Bucha de Bronze desenhada para uma máquina Flexo Desenho - Robson Yuri - bucha gaiola de corte Diferentes dos rolamentos que possuem diversas partes as buchas são basicamente um componente mecânico cilíndrico oco, no formato de um tubo ou ainda pode ter a forma de um mancal de deslizamento. Sua função similar ao do rolamento é permitir a sustentação do eixo. É um material designado como antifricção, muito utilizado na mecânica por suas propriedades de baixo atrito ou deslizantes. Buchas são fabricadas de diversas formas como por exemplo em tornos utilizando-se material bruto que é desbastado até obter a forma e medidas da bucha ou por modernos equipamentos de fundição contínua ou por centrifugação e posteriormente recebem acabamentos em tornos ou equipamentos mais modernos CNC. Como dissemos o material base usado para fabricação de das buchas é o Bronze e suas ligas cada qual com um coeficiente de fricção e resistências diferentes. O bronze mais conhecido é o chamado Bronze Gr...

Comprar máquina usada, vale a pena?

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Em tempos de "caixa baixo" mas mesmo precisando renovar os maquinários ou para suprir uma demanda de volume ou para realmente dar uma "incrementada" na produção, a compra de uma máquina nova pode parecer abusivo e até fora de questão já que os equipamentos estão a custos altíssimos e prazos de entregas longos. Nestes casos a aquisição de uma máquina usada pode parecer a saída mais viável e promissora a curto prazo. Mas vale a pena comprar uma máquina usada? Bem, em minhas assessorias e consultorias para empresas que desejam adquirir máquinas usadas eu sempre gosto de começar com o exemplo do carro usado. Vamos lá ver como é: "Máquina usada é como um carro usado, pode ter tido um ou mais donos, donos cuidadosos ou aqueles que não se preocupavam com buracos ou lombadas. Donos que cuidavam do estofamento e aqueles que deixavam o carro na garagem e saiam com ele somente nos fins de semana. Há aqueles que colocam qualquer um para dirigir, bagunçando todas as...

Treinar é preciso!

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A cada dia a tecnologia se torna mais presente no dia a dia de qualquer ser humano. Os bancos, são praticamente virtuais, o dinheiro deixou de ser físico e agora são um conjunto criptografado de bits e bytes. As máquinas que antes haviam manivelas, volantes e um conjunto de dois ou três botões para serem apertados hoje são controladas a distância por tablets ou interfaces IHM via TCP/IP. Grego para você? Muita informática e tecnologia em um só parágrafo? Bem, felizmente, apesar desta tecnologia toda que é bem mais simples do que parece, algumas operações de produção no setor gráfico ainda continuam sendo necessárias, apesar de suas também evoluções. Mas uma coisa acabamos por constatar, mesmo para estas operações básicas esta faltando mão de obra, faltando pessoal qualificado e que saiba o que esta fazendo. Faltam pessoas que saibam os nomes das peças e partes, que questionem porque as coisas não estão saindo como deveriam. É neste momento que entra o treinamento, a reciclage...

Nova Apostila gratuita regulagem do grupo impressor

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Orientar e treinar é um dos pontos fundamentais para se obter excelência em qualquer indústria. Não é diferente na flexografia. Saber como regular os grupos impressores, ter consciência de como é configurado e os nomes das partes auxilia muito no desenvolvimento de trabalhos mais perfeitos e com menos falhas. Esta apostila de regulagem do grupo impressor foi reescrita e esta disponível para você que trabalho no segmento gráfico e em especial da flexografia de banda larga ou estreita. É gratuita e você poderá utiliza-la como referência no seu aprendizado e complemento de seus conhecimentos. Conheça também meu programa de treinamento e cursos para você e sua empresa. Obtenha o máximo do potência instalado e dos recursos disponíveis em sua empresa fazendo um treinamento ou curso comigo. Entre em contato e saiba mais. Aprender com quem tem didática, apostilas e conhecimento e experiência de mais de 30 anos. Além disso só quem tem vários artigos e publicações em...