O "papo reto" sobre a manutenção.
Como bons brasileiros, temos um talento especial para procrastinar. Grande parte de nós deixa tudo para a última hora — ou pior, só lembra do problema quando a vaca já foi para o brejo . O famoso “ já-já eu faço ” não está restrito aos escritórios, às tarefas da escola, da faculdade ou à arrumação da casa. Ele está profundamente enraizado naquilo que deveria ser sagrado: a manutenção preventiva . E, nesse quesito, quase 100% das indústrias brasileiras falham — o setor gráfico incluído. Uma simples lubrificação, que consiste apenas em aplicar óleo ou graxa em uma corrente ou engrenagem. A troca de uma bucha gasta. A substituição de um parafuso com a cabeça desgastada ou rosca danificada. Tudo isso é empurrado para depois. Só trocamos quando a gambiarra já não dá conta de segurar o problema. Aliás, a gambiarra é o “anestésico” antes de tudo desandar. Grande parte das paradas de máquina começa com uma solução paliativa que o “ mecânico ” ou “ operador ” acredita que vai resolver. Ao long...