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Como aumentar a velocidade de máquina?

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  Um dos pontos mais importante da produção é a velocidade que a máquina opera. Na teoria, quanto mais rápido uma equipamento (impressora, troqueladora ou rebobinadeira) opera, maior será a produção que esta será capaz de entregar. Por outro lado, o aumento da velocidade não garantem a qualidade do trabalho, nem tão pouco que o trabalho será realizado de forma mais eficiente. Há que considerar uma enorme quantidade de variáveis para que possamos chegar e "torcer" o potenciômetro  de velocidade da máquina e rodar no "10" (máximo da escala em alguns displays de máquinas). Vou considerar aqui o exemplo do que limita a velocidade de máquina, no caso impressoras flexográficas de banda estreita (rótulos e etiquetas), mas muitos destes conceitos se aplicam também para banda larga: Dentre os limitadores de velocidade de máquina posso citar: Tipo e qualidade da tinta - a tinta é um limitador de velocidade já que tintas mal formuladas ou com diluições incorretas podem espumar...

Impressoras de bancada ou plataforma (monobloco)?

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Quando se fala em investimento em banda estreita na compra de máquinas, em geral para quem esta iniciando sua pequena indústria flexo sem dúvida comprar uma impressora de bancada é consideravelmente mais barata que uma de plataforma e em geral são mais compactas e "cabem" melhor em pequenos espaços, são mais "leves" e podem ser movimentados sem muitas ferramentas ou força. Mas será mesmo que estas máquinas são " tão boas " quanto as de plataforma (monobloco)? Bem, difícil responder esta questão sem que os fabricantes (ou grande parte deles) torçam o nariz para mim. Afinal é bem mais fácil e muito mais barato construir máquinas de bancada e requer muito menos engenharia e ferramental para sua fabricação. Mas veja, há que se considerar algumas coisas: Máquinas de bancada são fabricadas em uma estrutura de chapa de aço oxicortado e então as partes por assim dizer são montadas nesta placa e depois sobrepostas em uma espécie de mesa onde onde a base é constru...

O maior problema na impressão flexográfica!

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 Em todos estes anos que atuo no mercado de flexografia, em especial como consultor, escuto e sou questionado sobre qual seria o maior problema enfrentado na impressão (pelos impressores) flexográficos, seja eles de banda estreita ou banda larga, não importa. Já comentei no entanto que tudo na flexografia é variável e temos poucas constantes. Sendo assim, os problemas podem variar muito por diversas situações e condições. Seja por desconhecimento (falta de treinamento ou habilidade do operador), seja por falta de insumos ou escolha de insumo não adequado para o trabalho, por uma arte mal desenvolvida, tintas abaixo dos padrões, escolha de anilox inapropriados, velocidade de máquina e duplas face não tão bons mesmo que acolchoados. Mas acredito que o campeão dos defeitos visíveis não só pelos impressores mas também pelos clientes, que por vezes compromete uma segunda venda ou implicam até em uma negociação de valores pós venda (levando a uma pressão de baixar o preço por não conform...

Como iniciar uma pequena empresa MEI de etiquetas

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Dentre as inúmeras perguntas que surgiram neste período de pandemia uma que me chamou muito minha atenção foi a de pequenos investidores, com um capital modesto que desejam iniciar um negócio. E pasmem, o negócio que eles querem iniciar é o de produção de etiquetas para o setor de logística (vendas de marketplaces como Mercado Livre, Amazon, Shopee, B2W, Magalu, etc.). Grande parte destes micro investidores quer ou possui MEI e foram "incentivados" a começarem seus negócios por terem perdido os empregos na pandemia ou por não terem esperança de conseguirem novas recolocações quando essa pandemia for melhor controlada e as coisas comecem a retomar a normalidade. Mas, grande parte deles possui pouco capital para o investimento e menos ainda para capital de giro, mas é possível veja: As dicas para quem quer abrir uma pequena empresa e "sobreviver" de forma mais "digna" a esta praga que assola o mundo (lê-se aqui a pandemia além de diversos outros conflitos de...

Eu respondendo a perguntas dos leitores e clientes!

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 Em mais de 38 anos de atuação no segmento gráfico, em especial na flexografia (mais de 30 anos) e destes mais de 80% do tempo para banda estreita já me fizeram inúmeras perguntas e das mais simples às mais complexas.  Lembrei recentemente de algumas e vou compartilhar com vocês aqui para que saibam um pouco mais de minha trajetória neste mercado empolgante da produção gráfica e flexografia. Você tem alguma formação técnica? Sim, sou "cria" do SENAI Theobaldo de Nigris e Felício Lanzara, fiz aprendizagem lá e técnico onde me dediquei especialmente a flexografia apesar de ter passado por quase todos os setores da escola como Off-set, fotolito e retoque, tipografia (hoje acredito extinta), PVG (produção visual gráfica) e tantos outros setores. Um especial carinho tenho com todos meus Mestres que gentilmente repassaram seus conhecimentos, experiências e dicas para mim e para tantos outros alunos desta maravilhosa instituição nos moldando nestes profissionais de hoje. Você tem a...

Como saber o que estou produzindo?

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  Quando estou em consultoria em alguma empresa em algum momento o contratante, que em geral é um dos sócios ou dono da companhia me pergunta: "Como eu sei o que a máquina esta produzindo em tempo real?" É uma pergunta que pode ter algumas respostas, como segue: Esteja mais tempo na produção... A primeira forma de obter respostas para saber o que esta se produzindo em tempo real é estar mais tempo dentro da produção, acompanhando seus operadores, impressores e equipe de produção e acabamento. Tenha um PCP bem organizado e uma boa equipe de apontamento... Um bom PCP ( Plano de Controle de Produção) feito e organizado por quem conhece as rotinas de produção, capacidade de máquinas e equipe de produção, seus estoques e gerenciamento de recursos e ferramentas garante que a produção aconteça. Já o apontador vai alimentar todo o sistema de informações e o próprio PCP para que ele possa ajustar-se e promover as devidas alterações para que nada pare. Equipe treinada e coesa, estoques...

Como obter respostas para um mundo cada vez mais automático?

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 Eu fui um dos primeiros se não o primeiro consultor para dar treinamento, suporte e " auxílio " aos profissionais de flexografia no Brasil e comecei isso a pelo menos 28 anos atrás, quando a palavra consultor " arrepiava o couro " de muitos empresários. Naquela época, eu compilava um CD com meus textos técnicos, imprimia as apostilas em uma impressora laser, encadernava elas com capa plástica e espiral, juntava em minha mala uns brindes do tipo réguas, paquímetro, trenas, estiletes e escalas de cor e caia no mundo visitando as empresas e passando conhecimento técnico teórico e prático a muitos operadores e ajudantes de diversas empresas do ramo flexográfico em quase todos os Estados do Brasil. Tempos em que data show, era alugado a preço de carro com ar condicionado na Hertz e salas de treinamento nas empresas eram utopia. Quando as máquinas mais sofisticadas fabricadas no Brasil eram ainda as Tambores Central da GGS (inovação na época com carrinhos de alumínio, ...